Tuesday May 16th || de Adam Singolda

Operar as vendas por e-commerce em vez da loja física tem suas vantagens, mas também alguns desafios únicos. Sem uma vitrine para chamar a atenção das pessoas enquanto elas passeiam com o cachorro ou vão à padaria, os anunciantes de e-commerce precisam ser criativos quando se trata de gerar consciência de marca e cativar seu público.

Usamos nossa experiência trabalhando com marcas de e-commerce, combinada com dados e ideias que nossos estrategistas de conteúdo reuniram de milhares de campanhas de varejo on-line para compilar uma seleção das práticas mais eficazes. Pense no conteúdo recomendado hospedado em um site como a “vitrine da loja”, dando uma ideia do que esperar quando você “abrir a porta” e clicar no site de e-commerce.

Só porque é mais caro, não quer dizer que demora mais para comprarem

Parece bastante lógico assumir que quanto mais caro o produto, mais considerações o consumidor precisa fazer antes de tomar uma iniciativa e efetivamente investir seu dinheiro. Por exemplo, alguém que compra um relógio personalizado vai pensar muito mais na sua compra do que quem está comprando um hambúrguer com batata frita e refrigerante.

Em outras palavras, é de se esperar que haja uma relação direta entre o custo de um produto e o número de dias entre o primeiro clique do consumidor e sua conversão em venda. No entanto, descobrimos que os dois fatores não têm uma relação tão forte quanto se supõe. Na verdade, muitos itens de preço similar não têm nenhuma semelhança em termos de período de conversão de venda.

O gráfico abaixo compara os dois lados da moeda. Por exemplo, itens de moda masculina são invariavelmente mais caros em média do que os acessórios, mesmo assim, quem compra acessórios de moda, como bolsas ou lenços, considerar suas opções por mais tempo antes de finalmente concluir sua compra.

Acontece situação semelhante com os sapatos: apesar de serem mais baratos do que produtos de saúde e beleza, os consumidores pensam duas vezes antes de tirar o cartão de crédito da carteira.

Se você quiser que seu público compartilhe o e-mail, um quiz pode ser a melhor opção

Provavelmente você já conhece o funil de marketing de conteúdo tradicional. Na parte larga no topo do funil, está o conteúdo projetado para criar consciência de marca – esta é sua vitrine de loja, seus anúncios em revista, spots de rádio.

O meio do funil é onde você está tentando fortalecer o relacionamento com um novo consumidor potencial que já mostrou interesse em sua marca. E o final do funil é onde o conteúdo de vendas toma conta, com o objetivo de efetivar a compra.

Quando se trata de metas de mid-funnel, sem dúvida, conseguir um endereço de e-mail é a maneira mais fácil de fortalecer o vínculo entre um potencial novo comprador e sua marca. No entanto, nem sempre é tão fácil como simplesmente pedir.

Ao pesquisar mais a fundo em nossas práticas recomendadas de e-commerce, um ponto dos dados que se destacou mais do que os outros. E é bem provável que este vai ajudar a aumentar sua lista de contatos.

Se seu objetivo é captar dados dos consumidores, usar um quiz funciona quase três vezes melhor do que uma página tradicional com um módulo de captura de e-mail.

Quando as pessoas estão conhecendo sua marca pela primeira vez, imediatamente pedir que eles se inscrevam não é algo que são receptíveis – afinal, eles nem sequer sabem que você é ainda.

E enquanto oferecer-lhes algo em troca, como um desconto ou frete grátis definitivamente aumenta a chance de uma conversão, gamificar o processo incita a curiosidade e melhora a probabilidade de entrarem no jogo.

Existem muito mais dados e estratégias de boas práticas como estas. É possível analisar o método de funil tradicional passo a passo e explorar as três fases de marketing de conteúdo e da jornada do consumidor especificamente para clientes de e-commerce, que são: conscientização, consideração e decisão.

Adam Singolda