Monday February 12th || de Morgan Dierstein

 

Antigamente, os anunciantes tinham um problema de informação que demorou a ser solucionado. Se um anúncio era exibido no jornal de ontem, ou ia ao ar na noite anterior, qual valor tinha para o consumidor hoje?

Então veio outro problema. Como você tira todas as informações coletadas neste mar de dados e as leva às pessoas certas no momento certo? Entre na era digital: World Wide Web, navegadores, mídias sociais, telefones digitais, acesso ao nosso alcance.

Nos mais de 20 anos de vida digital, anunciantes têm procurado o segredo para usar dados para alcançar e convencer consumidores. Aqui está um panorama da jornada de duas décadas do marketing digital.

Motores de busca

descoberta de conteúdo

No início da década de 1990 nasceu o motor de busca, que foi a chave para a abertura da internet para usuários do dia a dia. Mesmo assim, uma vez que os motores de busca lançaram suas listas de resultados, às vezes demoravam  para encontrar o os dados da pesquisa.

Em 1998, chegou o Google juggernaut, o motor de busca que poderia fazer melhor. Ao classificar resultados com base nas palavras-chave e links relevantes, os usuários se acostumaram a encontrar páginas com informações relevantes rapidamente.

Tão bom para os pesquisadores, os resultados classificados eram fantásticos para empresários que desejassem conectar-se com os clientes. A desvantagem: se eles estão apenas olhando, seus olhos passaram direto pela call to action.

Anúncios em banner

Em outubro de 2014, a internet teve algo para comemorar: o 20º aniversário do primeiro banner. Parece duvidoso, mas a história é interessante. O anúncio da AT&T que apareceu no HotWired.com (que era, na época, a ramificação digital da revista Wired) obteve uma impressionante taxa de cliques de 44%.

Se você olhar além da novidade do anúncio, era surpreendentemente diferente dos anúncios de banner que conhecemos hoje. Era um portal para uma experiência, onde você podia interagir com um mapa de museus em todo o mundo e clicar em obras de arte famosas, trazido pela AT&T.

A mensagem: Nosso futuro digital está logo aqui, e a AT&T acompanha essa tendência.

“Nós sabíamos que se nos perguntássemos: “Como podemos ajudar as pessoas?”, em vez de “O que podemos vender às pessoas?”, poderíamos reprogramar o cérebro delas para buscar experiências de marca, ao invés de fugir delas”, disse Joe McCambley, que liderou a equipe que criou este anúncio.

Claro, os usuários digitais de hoje certamente estão fugindo de banners, porque são previsíveis. Eles vão vender algo. Seus olhos aprenderam a passar direto por eles – 80%, e as pessoas estão gastando dinheiro para fazê-los desaparecer da navegação móvel, com 63% dos millenials usando um software de bloqueio de anúncios.

E a ideia louca de McCambley de usar o digital para que as pessoas busquem experiências de marca? Lembre-se disso.

Anúncios Pop-up

Essa é uma maneira de descobrir conteúdo? Na verdade não, a menos que você esteja no mercado especificamente para isso e pronto para comprar.

Como seu criador explicou, anúncios pop-up foram desenvolvidos no final da década de 1990 como uma maneira de transmitir uma mensagem, sem necessariamente encontrar uma associação direta entre a marca e o publisher.

Isso rapidamente tornou-se mais uma experiência de marca da internet que as pessoas querem evitar para poder voltar à leitura. (Ao contrário do Vídeo Pop Up, eles nem foram  divertidos!)

Seu criador, então, se desculpou.

Mídia social

Agora estamos em 2004, na Harvard University, e o pessoal da faculdade está realmente curtindo TheFacebook! Na época, o fundador Mark Zuckerberg estava relutante em incluir anúncios, mas não demorou muito para que eles aparecessem. (Brevemente, uma pequena legenda foi colocada acima deles: “Nós também não gostamos disso, mas eles pagam as contas.”)

Pelo menos assim, uma coisa ficou clara. Finalmente as empresas locais tinham uma maneira de alcançar um público muito específico e engajado – estudantes universitários.

Essa é a beleza da publicidade em mídia social. É uma forma de atingir um público muito específico com base em sua demografia. Mais tarde, o algoritmo evoluiu para responder ao comportamento do usuário. No início, Zuckerberg não estava muito preocupado com o conteúdo do anúncio.

Publicidade Nativa

descoberta de conteúdo

À medida que a publicidade saía das laterais do Facebook e tornava-se parte do conteúdo, algo mudou. Aqui estava um publisher que não queria anúncios para interromper e distrair os usuários da experiência. Os anúncios devem integrar-se.

Hoje, os posts patrocinados no Facebook ou no Twitter não surgem do nada e cobrem a tela. Muito parecido com um banner, vemos as imagens de marca e um call to action. Ao mesmo tempo, eles são confinados ao espaço do post, e e funcionam como os outros posts.

Atualmente, o Facebook já tem US$ 25 bilhões em receita de publicidade e 1,86 bilhões de usuários ativos. A mídia social representa 20% de todo o investimento de anúncios digitais. Considerando que o usuário digital médio passa duas horas por dia navegando em mídia social, um post patrocinado pode acumular uma impressionante quantidade de impressões!

Anúncios programáticos

Este termo de marketing mais novo e menos familiar leva uma abordagem intensamente focada à publicidade digital. Ele leva a mensagem ao usuário em um momento específico, quando é mais relevante para o consumidor.

Um exemplo que se destaca é o “giferator” de Madden de 2014. Ele permitiu aos fãs de futebol acessar uma recriação animada de um grande jogo, enquanto ainda estava acontecendo, e transformá-la em gifs. Isso levou a celebração e a brincadeira a um novo nível nas redes sociais.

O que levou os fãs de futebol ao giferator? Um anúncio de banner de todas as coisas. A venda não foi difícil e ajudou as pessoas a aproveitar o jogo. Elas participaram voluntariamente da marca. Quando você analisa o que McCambley disse sobre seu banner original, esta campanha é um exemplo de muitas de suas ideias.  

Descoberta de conteúdo

Quer saber algo surpreendente sobre as plataformas de descoberta de conteúdo como a Taboola? Pode-se pensar nela como algo bastante novo no cenário digital, no entanto, quando você olha para trás, percebe que ela faz parte de uma longa e rica história de marketing.

O objetivo principal é criar conteúdo que ajude ou entretenha o usuário, a mensagem é secundária. Basta olhar para qualquer história de marketing de conteúdo, e você terá uma ideia disso.

Um exemplo clássico é Poor Richard’s Almanac, publicado por um dos nossos fundadores, Benjamin Franklin. Seu objetivo era entreter e informar seus leitores em um pacote que promovia seu negócio de impressões.

Agora você pode fazer o mesmo com todas as vantagens que o digital tem a oferecer. A Taboola possui uma grande rede de publishers de alta qualidade para ajudá-lo a obter mais visualizações à sua mensagem. Ao mesmo tempo, sua mensagem não está emaranhada nas desvantagens do passado da publicidade digital. Isso porque, muito parecido com a publicidade nativa, o conteúdo se integra com o site de publicação, por isso não distrai nem irrita os leitores. Eles se deslocam perfeitamente do site de publicação que visitaram para sua mensagem.

Ao contrário de muitas formas de publicidade digital, a descoberta de conteúdo oferece informação de alta qualidade projetada para ajudar ou entreter o leitor. Tal como prometido na manchete. É o que chamamos de vitória digital.

A Taboola é a principal plataforma de descoberta de conteúdo, oferecendo 360 bilhões de recomendações para mais de 1 bilhão de usuários únicos por mês nos sites de publishers mais inovadores da web. Para saber mais sobre como a Taboola pode ajudar você, entre em contato conosco ou comece sua campanha hoje!

Morgan Dierstein

Morgan é Media Sales Manager na Taboola, ajudando os clientes a refinar e otimizar sua estratégia de conteúdo em toda a rede da Taboola. Nascido em Paris, ele veio para Taboola depois de 10 anos como empreendedor e estrategista digital, especializado em negócios emergentes na Europa e nos Estados Unidos. Possui MBA em Gestão de Projetos na FGV Rio. Ele é apaixonado por futebol, fotografia e histórias. https://br.linkedin.com/in/morgandierstein